quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

a Bíblia é inspirada por Deus

O que significa dizer que a Bíblia é 


inspirada?"

Resposta: 
Quando as pessoas dizem que a Bíblia foi inspirada, estão se referindo ao fato de que Deus divinamente influenciou os autores humanos das Escrituras de modo tal que aquilo que escreveram foi a própria Palavra de Deus. No contexto das Escrituras, a palavra inspiração simplesmente significa “Divinamente inspirada”. Inspiração comunica a nós o fato da Bíblia verdadeiramente ser a Palavra de Deus, e faz com que a Bíblia seja única dentre todos os outros livros.

Mesmo havendo diferentes opiniões a respeito de até que ponto a Bíblia é inspirada, não pode haver dúvidas de que a própria Bíblia afirma que cada palavra, em cada parte sua, ela é inspirada por Deus (I Coríntios 2:12-13; II Timóteo 3:16-17). Esta visão das Escrituras é freqüentemente conhecida como inspiração “verbal e plenária”. Isto significa que a inspiração se estende às próprias palavras escolhidas (inspiração verbal), não somente aos conceitos e idéias; e que a inspiração se estende a todas as partes das Escrituras e todos os temas tratados nas Escrituras (inspiração plenária). Há algumas pessoas que acreditam que somente partes da Bíblia são inspiradas, ou somente os pensamentos ou conceitos que lidam com religião sejam inspirados, mas tais visões da inspiração não dão conta do que a própria Bíblia afirma ser. Total inspiração verbal e plenária é uma característica essencial da Palavra de Deus.

A extensão da inspiração pode ser vista claramente em II Timóteo 3:16-17: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” Este verso nos diz que Deus inspirou toda a Escritura e que ela é proveitosa para nós. Não são somente algumas partes da Bíblia que lidam com doutrinas religiosas que são inspiradas, mas cada uma e todas as partes, desde Gênesis até Apocalipse, são a Palavra de Deus. Por terem sido inspiradas por Deus, as Escrituras são, então, autoridade no tocante a estabelecer doutrinas, e suficientes para ensinar ao homem como estar em um correto relacionamento com Deus, “instruir em justiça”. A Bíblia afirma ser não apenas inspirada por Deus, mas também ter a capacidade de nos transformar e nos fazer “completos”, totalmente equipados para toda boa obra.

Um outro verso que lida com a inspiração das Escrituras é II Pedro 1:21. Este verso nos diz que “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” Este verso nos ajuda a compreender que apesar do homem ter escrito as Escrituras, as palavras que escreveram foram as próprias palavras de Deus. Apesar de ter usado homens com suas diferentes personalidades e estilos de escrita, Deus divinamente inspirou cada palavra que escreveram. O próprio Jesus confirmou a inspiração verbal e plenária das Escrituras quando disse: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mateus 5:17-18). Nestes versos, Jesus reafirma a exatidão das Escrituras, que vai até ao menor detalhe e até ao menor sinal de pontuação: porque é a própria palavra de Deus.

Por serem as Escrituras a inspirada Palavra de Deus, podemos concluir que são também livres de erro e revestidas de autoridade. Uma correta visão de Deus leva que se chegue a uma correta visão de Sua Palavra. Por ser Deus todo poderoso, cheio de sabedoria e completamente perfeito, Sua Palavra, por sua própria natureza, terá as mesmas características. Os mesmos versos que estabelecem a inspiração das Escrituras também estabelecem que são tanto livres de erro quanto revestidas de autoridade. Sem dúvidas, a Bíblia é o que afirma ser: a inegável e autorizada Palavra de Deus para a humanidade.

a presença do Espirito Santo de Deus em nossas vidas


A presença do Espirito Santo de Deus em 

nossas vidas

A Paz do Senhor para todos os meus irmãos em Cristo e leitores deste Blogger,quero trazer uma reflexão de uma mensagem da palavra de DEUS no qual me veio em inspiração pelo Espirito Santo de DEUS.Quero falar à respeito da presença do Espirito Santo de DEUS em nossas vidas,eu estive meditando no capítulo 8 do primeiro livro de Reis quando vem falando a respeito do Templo que Salomão construíra para sacrifícios e adorações ao nosso DEUS.Muito me chama a atenção pois o Rei Salomão depois de muito ouro ,prata e muito bronze,sem se esquecer do imenso trabalho daqueles que trabalharam duro na edificação do templo,lembrando também das viagens que alguns materiais usado na edificação levaram de um lado para outro;mas chamou a minha atenção que depois de terminado o Templo de DEUS tão esperado e desejado por aqueles que serviam ao Senhor Salomão toma uma atitide,verdadeira atitude de um servo,de um adorador;Salomão simplesmente agora começa a orar a DEUS para entregar e consagrar o Templo que seria agora a habitação da Presença de Deus continua.

Enquanto isto os Sacerdotes estão no santuário orando,consagrando e oferecendo sacrifícios;e diz a palavra de DEUS que uma nuvem que simbolizava a Presença de DEUS entra pelas portas do Templo e enche o Templo com Glória do Senhor,os sacerdotes que ali se encontravam dentro não conseguiam ficar em pé pois tamanha era a Glória,eu me recordo de um relato interessante;quando DEUS se ira contra o povo de moisés pela adoração do bezerro de ouro ele diz;não irei mas com o seu povo moisés pelo deserto para a terra prometida mas enviarei um Anjo para vos conduzir,no mesmo instante o povo se entristece e junto com moisés eles dizem Senhor não nos faça sair pelo deserto sem a tua Presença,nós só seguiremos caminho se a tua Presença for conosco.

Lembrando que a Presença de DEUS está representada pelo poderoso Espirito Santo,Davi quando peca,adulterando e arquitetando a morte do homem da mulher com quem pecou,quando ele se da conta do erro que praticou ele faz uma das orações mais conhecidas que está inserida na Biblia que se encontra no livro de Salmos numero 51,dizendo:Senhor não me lances fora da tua Presença e não retires de mim o teu Espirito Santo.

Oque seria de nós sem a Presença que intercede por nós,oque seria do Templo sem a Presença,um pobre ambiente de quatro paredes ocas e vazias,a Presença de DEUS traz milagres e maravilhas e também traz o renovo para as nossas vidas é ela que nos fortalece e nos ajuda,independente do que aconteça queira sempre estar perto da Presença de DEUS!!!"

o preletor


o preletor
  Esta é uma pergunta muito comum entre os cristãos. “Como devo evangelizar?” “Como posso falar de Jesus para os meus amigos e familiares?”; “Mas eu não tenho uma boa oratória, será que devo mesmo assim, falar?”. Questões como estas são, muitas vezes, um empecilho para muitos crentes em Cristo. Este estudo se propõe a ajudar aqueles que percebem esta dificuldade.
Contudo, devo antes ressaltar que só pode realmente falar de Cristo quem O conhece. Isto parece bastante óbvio. Ninguém pode falar com propriedade, de algo, ou de alguém sem conhecer o objeto a que se refere. Usando um exemplo dado por A. W. Tozer, um conhecido autor cristão do século passado: “Um homem pode morrer de fome tendo todo o conhecimento sobre pão, e um homem pode permanecer espiritualmente morto, embora conhecendo todos os fatos históricos do cristianismo” (Tozer, 2000 :45). Ainda que haja, como Paulo mesmo constatou, muitos falando de Jesus sem verdadeiramente conhecê-lo, como lemos em Filipenses 1:15 a 18: Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, sem sinceridade, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias. Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei”. Todavia, é claro que este não é o ideal. Por isso é necessário que aquele que anuncia a Cristo, faça-o com conhecimento de causa.
Outra barreira ou, em alguns casos, pretextos, criado por muitos crentes encontra-se na afirmação: “Eu não tenho o dom de evangelizar”.  Conquanto a Bíblia se refira à palavra “evangelistas” como um dom específico (Efésios 4:11), isso não quer dizer, em absoluto, que somente aqueles que têm este dom devem evangelizar. O próprio Senhor Jesus, ao dar o mandamento: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. (Marcos 16: 15), não especificou quais discípulos, dentre os que O ouviam, deveriam evangelizar. A ordem foi geral. Portanto, todo discípulo de Cristo está debaixo desta responsabilidade.
Mas, o que é evangelizar? A palavra evangelho, como definição geral, significa “boas novas”. De modo direto, evangelizar é anunciar a salvação dada em Cristo, gratuitamente, através de Sua morte e ressurreição. Na língua grega, o idioma no qual o Novo Testamento foi originalmente escrito, a pregação do evangelho era feita de várias formas, e dependia muito da situação em que o pregador se encontrava. Algumas das palavras utilizadas para apresentação das “boas novas” eram “apologia”“euagellizo”“kerusso” e “martus”. Estaremos analisando suas características no decorrer deste estudo.
Este estudo tem um enfoque prático. Por isso, tracei 5 pontos que considero fundamentais na propagação do evangelho. Creio que eles podem nos auxiliar bastante no momento em que tivermos a oportunidade de falarmos de Cristo para as pessoas que estão à nossa volta. São eles:

1º Ore antes de falar
Como vimos, muitos de nós nos “defendemos” dizendo que não sabemos como falar, nem o momento certo para abrirmos as nossas bocas. Diante disso, é primordial que peçamos a direção do Senhor também neste aspecto.
Sabemos que nossas petições devem estar baseadas, acima de tudo, na vontade de Deus. E, neste caso, podemos ter certeza ao pedir a Ele que nos oriente no momento em iremos falar de Cristo, pois esta é, sem dúvida, a vontade Dele. O apóstolo Paulo, ao nos conclamar para orarmos pela humanidade, no capitulo 2 de sua primeira carta a Tiago, é muito claro em mostrar qual é o desejo de Deus: “O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. I Timóteo 2:4. É óbvio, portanto, que Ele quer falemos do evangelho, com isso podemos ter convicção de que, ao orarmos pedindo a direção do Espírito Santo para podermos pregar a Palavra a alguém, elas serão atendidas. Esteja, com isso, pronto para orar a qualquer instante, pois o Espírito de Deus pode, a qualquer hora, colocar pessoas ao seu lado que precisem muito ouvir da verdade.
E, como devemos falar? Talvez esta tenha sido a mesma pergunta que os apóstolos de Cristo Lhe fizeram há quase 2000 anos. É provável que, por não serem homens possuidores de profundos conhecimentos teológicos, eles imaginavam que seus discursos não seriam suficientes para atingir ninguém. No entanto Jesus lhes esclarece que eles não deveriam se preocupar com isso, pois esta capacidade não viria deles:  
 “Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vospreocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo”.  Marcos 13:11.
É maravilhoso saber que nosso Deus cuida de todos os detalhes. Ele, inclusive, nos lembrará o que iremos falar: “o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. João 14:26A nós cabe apenas a disposição.
Porém, não é necessário dizer que, só podemos nos lembrar daquilo que já conhecemos. Eu não posso querer me lembrar, no dia da prova, de algo que eu sequer tenha estudado. Por isso, para evangelizarmos, é necessário que coloquemos em prática as recomendações do salmista, ao afirmar que é bem aventurado o homem que: “tem o seu prazer na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite”. Salmo 1: 2.
Você quer falar de Cristo? Ore pedindo a direção Dele, e leia Sua Palavra para que, no momento em que tiver de falar, Ele o lembre.

2º Questione
Uma das palavras utilizadas na pregação do evangelho é a palavra grega “apologia”, que quer dizer: “defender, argumentar” (Atos 22:1). A Bíblia diz que nós não devemos discutir o evangelho a fim de tentarmos convencer alguém. No entanto, devemos usar da apologia, ao sermos confrontados ou, questionados. Devemos apresentar, caso sejamos argüidos, as defesas de nossa fé.
Um exemplo claro, que podemos utilizar é o questionamento da justificação pelas obras. É muito comum o ser humano, em sua hipocrisia, querer se justificar diante de Deus mediante atos que ele pratica ou deixa de praticar. Quem já não ouviu a famosa frase: “Eu não mato, não roubo, ajudo aos pobres, vou a igreja aos domingos, procuro fazer o bem, etc, etc, etc?”. A Palavra de Deus está repleta de argumentos que mostram que os atos do homem não podem lhe conceder a salvação, ou o favor de Deus. Não adianta sermos eventuais “cumpridores” da Lei divina, “pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos”. Tiago 2:10.
Acredito que uma das melhores maneiras de se pregar o evangelho é o questionamento. É poder levar as pessoas a refletirem sobre seus conceitos.  Por esta razão, ao confrontarmos aqueles que se fundamentam em seus atos, com verdades com esta de Tiago 2:10, estaremos os levando a questionar suas crenças. Alguns temas como: fim do mundo, morte, sofrimento, amor, quem foi Jesus, religiões, céu, etc. são sempre assuntos com os quais podemos iniciar uma conversa com o intuito de levarmos as pessoas ao evangelho. Não estou afirmando, com isso, que são nossas técnicas ou táticas que levarão alguém a crer, pois esta tarefa não é nossa, e sim do Espírito Santo. Porém, devemos sempre, procurar fazer o melhor.
É importante também que jamais “barganhemos” nossa fé. O relativismo (filosofia que nega que a verdade seja algo absoluto) jamais pode coadunar com o cristianismo. Devemos, portanto, anunciarmos o evangelho com convicção e como a única saída, e não apenas como mais uma, dentre as milhares de alternativas propostas pelo homem. Jesus foi enfático, claro, autoritário e exclusivo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai se não por Mim”. João 14:6.

3º Fale!
Ninguém vai ficar sabendo que Jesus morreu e ressuscitou por nós se nós não dissermos! Muitos de nós temos nos utilizado da desculpa: “Eu prego com a minha vida”. É evidente que o testemunho de nossa fé, em nosso viver diário, é imprescindível. Nós vimos, no início do estudo que os que falam com propriedade são aqueles que crêem e, conseqüentemente, vivem. Todavia, a Palavra de Deus é explícita em afirmar que o evangelho deve ser anunciado!
 As palavras “euagellizo” (anunciar as boas novas), em Atos 8:35 e 1 Cor 1:17 e “kerusso” (proclamar), em Marcos 16: 15, 1 Cor 1:16; mostram com clareza este conceito. O evangelho nunca dependeu da capacidade daqueles que o anunciaram. Há muitos testemunhos de pessoas crendo no evangelho através de textos bíblicos ditos ao vento, por pessoas que nem sequer conhecem a Jesus. 
Nós, que cremos, devemos anunciar à humanidade, com nossas bocas e com clareza, que todos nascemos pecadores; e estamos separados de Deus; destinados ao inferno; e que a salvação deste estado só é possível através de Jesus Cristo, em Seu amor demonstrado por nós, de graça, através de Sua morte na cruz, e de Sua ressurreição ao terceiro dia. Afinal: “como crerão Naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?”Romanos 10:14.
Pregar o evangelho é falar! Proclamar! Anunciar! A tempo e fora de tempo! “Mas, e se não quiserem ouvir?”. Jesus, ao ordenar aos discípulos que fossem às cidades vizinhas anunciando a salvação, deu-lhes um alerta: “Se alguém não vos receber, nem ouvir as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés”. Mateus 10:14. 
Se o convencimento é tarefa do Espírito Santo, como verdadeiramente é, então não nos cabe medir os resultados de nossas pregações, mesmo porque a honra e glória deles não são nossas. Devemos porém, com amor, clamar pela misericórdia do Senhor para com todos: “disciplinando com mansidão os que se opõem, naexpectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade”. II Timóteo 2:25.

4º Contexto
Em termos simples, contextualizar é “trazer para a nossa realidade”. A palavra “martus” (Atos 1:8), que significa “testemunhar o que se vê, ouve ou se sabe”, se aplica a isso.
Ainda que a ação do Espírito Santo não dependa, em nada, de nós; pois se não proclamarmos, “as pedras” o farão; Deus escolheu o homem para levar o evangelho. E o contextualizar é um meio de proclamação. Devemos testemunhar a transformação de nossas vidas, dizendo o que Cristo fez por nós e em nós.
Devemos, também, apresentar a atualidade da Palavra de Deus. A Bíblia foi escrita há, pelo menos, 1950 anos (isso, desconsiderando o Velho Testamento), por este motivo é normal que, alguns termos nela encontrados, não façam parte de nossa realidade. Todavia isso não impede que apresentemos as verdades bíblicas no mundo em que vivemos, afinal ela é a Palavra de um Deus que é imutável.
Um pequeno exemplo de contextualização: Você não vai falar para alguém: “Olha cara, Nicodemos foi um dos principais dos fariseus e Jesus disse a ele: Necessário vos é nascer de novo”, sem explicar o que era ser “um dos principais dos fariseus”.
Portanto, não só podemos, como devemos, utilizarmos exemplos e situações atuais para falarmos de Cristo. Isto é contextualizar.

5º Cite a Palavra
A Palavra de Deus deve ser sempre o meio central de nossas evangelizações. Ela mesma afirma esta verdade: “Logo a fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus”. Romanos 10:17.
Por isso, mesmo que você não tenha nada para falar, cite a Palavra de Deus, pois ela sempre será muito mais do que tudo o que qualquer homem jamais poderia dizer: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. Hebreus 4:12.
Como devo pregar o evangelho? Acredito que é essencial que todos nós cristãos procuremos nos aprimorar, na pregação do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Temos, sem dúvida, a responsabilidade de apresentarmos as boas novas de salvação com a maior clareza possível utilizando, se forem necessárias, técnicas e estratégias adequadas para cada situação ou pessoa. Se é nosso dever anunciar a Cristo, e se este anunciar é da vontade Dele, então devemos cumprir esta tarefa fazendo sempre o melhor.
Porém, acima de tudo isso, devemos ter em nossas mentes e corações que, a ação é de Deus, e não nossa. É o Espírito Santo que, em nós, meros vasos de barro quebradiços, quem faz a obra, do início ao fim.

Técnicas de pregação


Técnicas de pregação

APRENDEMOS:

11% ouvindo comunicamos:
83% vendo 8% com a voz
33% com o tom da voz
Lembramos: 55% com gestos e
20% ouvimos expressões faciais.
50% ouvimos e
vimos 

O SERMÃO TIPOS

*Tópicos
*Expositivo
*Biográfico (narrativo)
*Textual


CUIDE:

Ø Pontualidade
Ø Sua aparência
Ø Músicas certas (inicial, final, outras...)
Ø Público alvo
Ø Interrupções
Ø Não peça respostas
Ø Sermões de outros (nunca faça igual)
Ø Exalte a Cristo!

SUA FORMA:


Introdução:
um preparo do assunto, o porque do tema, sua importância
Corpo:
é o desenvolvimento em partes ou tópicos
Conclusão:
Levar o ouvinte a uma nova decisão

INTRODUÇÃO:

Deve ser:

BREVE & INTERESSANTE
DIZER OU NÃO O TEM A
MOSTRAR O RUMO
NÃO PROMETER DEMAIS
NÃO PEDIR DESCULPAS
NÃO CONTAR PIADAS
EVITAR SENSACIONALISMO
PODE SER UM TEXTO: Bíblico, Frase Célebre.pensam.
PROBLEMA OU PERGUNTAS
ILUSTRAÇÃO
LOCAL OU MOMENTO ESPECIAL

CORPO


DO CONHECIDO PARA O DESCONHECIDO
APRESENTAÇÃO GRADUAL, LÓGICA, PROGRESSIVA, CRONOLÓGICA
UTILIZE FRASES CURTAS
EVITE O EXCESSO(30 tipos de cristãos)
UTILIZE ILUSTRAÇÕES: atuais, pessoais?
CADA 7 MINUTOS, UM NOVO ATRATIVO
TENHA A FONTE DAS INFORMAÇÕES
PERSIGA O TEMA, NÃO DIVAGUE...
PREPARE PARA A CONCLUSÃO

CONCLUSÃO:

Deve ser preparada.
Responder a introduçao.
Amarrar as partes do sermao. É o fechamento.
Ter um apelo positivo, objetivo.
Deve ser pessoal.
Nao trazer novos tópicos.
Nunca pergunte: Posso continuar?
Evite rodeios ( e para terminar...)
TIPOS: Ø Apelo, Ø oraçao,
Øverso, Ø ilustraçao breve,
Øpergunta para deixar no ar...


TODO SERMÃO DEVE TER:


1- Uso da Bíblia
2- Uma ilustração ou testemunho
3- Uma novidade
4- Uma apelo.
5- Exaltação de Cristo e sua vinda.

GEMAS PRECIOSAS:

Não são as capacidades que agora possuís ou haveis de possuir que vos darão êxito. É o que o Senhor pode fazer por vós. Deveríamos depositar muito menos confiança no que o homem é capaz de fazer, e muito mais no que Deus pode fazer para cada alma crente. Ev. 262
E quando nos entregamos a Cristo numa consagração de toda alma, os anjos se alegram de poderem falar por meio de nossa voz, para revelar o amor de Deus.SC 9


O PÚLPITO NÃO É:

# Lugar para desfile de moda.
# Oportunidade para falar "bonito".
# Declamar poesia.
# Exibir qualidades ou exaltar o eu.
# Momento para desforra pessoal ou do grupo.
# Contar histórias gregas ou outras inventadas...
# Oportunidade para ganhar confiança das pessoas.
# Para promover atividades ou setores não evangelísticos.
# Palanque político.
# Local para tentar "enrolar".
# "Quebra-galho"
# Local para atitudes grosseiras ou palavras àsperas.
# Chance para contar uma piada interessante.

O PÚLPITO É:


# Um pão a ser repartido.
# Uma verdade preciosa da Bíblia para ser conhecida ou lembrada.
# Uma chance para revelar o GRANDE AMOR DE DEUS ao ser humano em todos os tempos...
# Mostrar o interesse de Deus no homem, seu cuidado, seu plano Redentor e restaurador para aquele que Nele crer.
# Servir espiritualidade, comunhão e consagração.
#Revelar a grande esperança da volta de Jesus.

RECEPÇÃO DA MENSAGEM:

1. Cartaz: 20%
2- Mural: 25%
3- Faixa: 25%
4- Boletim: 50%
5- Falado em Horário não nobre 30%
6- Falado em Horário Nobre 50%

Compulsão Para Pregar o Evangelho


Compulsão Para Pregar o Evangelho

Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! I Cor. 9:16.

A maioria das pessoas com certeza sabe que, uns 75 anos após o naufrágio do SS Titanic, os seus destroços foram descobertos e fotografados no fundo do Atlântico Norte. Não se encontravam no local imaginado durante todos aqueles anos. Enquanto escrevo, o rádio anuncia que uma investigação recentemente concluída revelava que era falsa a alegação feita pelo comandante do SS Californian, de que seu navio estava "muito distante" do Titanic para lhe resgatar os passageiros. Se essa conclusão é verdadeira, que terrível exemplo de crassa indiferença! Mas, graças a Deus, nem todos foram tão insensíveis como aquele comandante em relação com as mais de 1.500 almas que pereceram naquela noite.

Quatro anos depois que o Titanic naufragou, um jovem escocês levantou-se numa reunião em Hamilton, no Canadá, e disse: "Eu sou um sobrevivente do Titanic. Estando eu à deriva sozinho, agarrado a um objeto que flutuava, as correntes trouxeram John Harper, o pregador de Glasgow, para perto de onde eu me encontrava.
'Homem', perguntou ele, 'está você salvo?'

"'Não', respondi eu. 'Não estou.'

"'Creia no Senhor Jesus Cristo, e será salvo', admoestou ele. E fomos separados.

"Mas é estranho dizer que, pouco mais tarde, as ondas nos aproximaram novamente e ele perguntou: 'Você está salvo agora?' Tive de responder: 'Honestamente, não posso dizer que já esteja.'
"Ele simplesmente repetiu: 'Creia no Senhor Jesus Cristo, e será salvo.'

"Pouco depois disso, fomos separados pela última vez. Foi então que, sozinho naquela noite, aceitei a Jesus Cristo como meu Salvador. Sou o último converso de John Harper."

Foi esse o tipo de preocupação pelas almas que Paulo manifestou quando disse: "Ai de mim se não pregar o evangelho!" É o tipo de interesse que todos os cristãos devem ter. É verdade que nem todos recebemos os mesmos talentos, mas devemos usar aqueles que nos foram concedidos para ajudar a salvar outras pessoas.


Não a Gramática, Mas a Mensagem
Pelo que por lábios gaguejantes e por língua estranha falará o Senhor a este povo, ao qual disse: Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério; mas não quiseram ouvir. Isa. 28:11 e 12.
Os mais bem-sucedidos ganhadores de almas nem sempre foram os pregadores mais corretos e polidos. Às vezes Deus tem escolhido pessoas humildes, homens e mulheres sem instrução para proclamarem a Sua mensagem.

Nosso verso fala daqueles que "não quiseram ouvir" a mensagem de Deus, porque a fala de Seu mensageiro era "gaguejante" e "estranha". Essas pessoas perdem muito por adotarem essa atitude. Será que elas pertenceriam àquela classe de pessoas acerca das quais Paulo diz que se cercaram "de mestres... como que sentindo coceira nos ouvidos"? II Tim. 4:3.

No início do ministério do grande evangelista Dwight L. Moody, um crítico abordou-o dizendo que sua gramática era fraca e sua dicção deixava muito a desejar.

- Sr. Moody - censurou o crítico - o senhor não deve falar em público enquanto não aperfeiçoar sua gramática. O senhor comete tantos erros gramaticais, que é uma vergonha!

- Sou deficiente em muitas coisas - concordou Moody - mas estou fazendo o melhor com aquilo que tenho. - Depois, virando o feitiço contra o feiticeiro, Moody perguntou: - Meu amigo, você tem gramática perfeita. O que está fazendo por Jesus?

Tanto quanto eu saiba, o crítico nunca respondeu à pergunta.
Por outro lado, o fato de Deus utilizar às vezes pessoas que não cultivam a oratória para proclamar a mensagem, não é motivo para que adquiramos hábitos desleixados no falar. Creio que todos concordam que um orador humilde e consagrado, que usa boa gramática e sintaxe e atrai a atenção dos ouvintes a Deus e Sua mensagem, apesar de uma dicção imperfeita, pode servir a Deus com mais eficiência do que alguém que fala displicentemente.

O simples fato de nossa oratória ser imperfeita não é desculpa para esconder nossa luz sob o alqueire. Ao permitirmos que o Espírito Santo nos use, podemos ser instrumentos competentes na conquista de almas, mesmo que não consigamos pregar como Paulo.

Precisa-se de Tia Ana
[Nós] nos tornamos dóceis entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos; assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos, não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a nossa própria vida. I Tes. 2:7 e 8.
Bem no início do século vinte, uma turma do curso de sociologia na Universidade Johns Hopkins fez um estudo entre as crianças da pior favela de Baltimore. Os estudantes daquela classe visitaram os lares das crianças, anotaram as boas e más influências que as cercavam e tabularam suas observações em fichas. Duzentas dessas fichas foram marcadas com a anotação: "Destinado à cadeia." As fichas foram arquivadas para estudos e consultas posteriores.

Vinte e cinco anos mais tarde, outra turma da mesma universidade procurava um estudo para realizar e encontrou aquelas fichas.

Decidiram procurar aquelas pessoas e descobrir o que lhes havia acontecido. Não foi fácil encontrá-las, mas finalmente localizaram todas, uma por uma. Ficaram estupefatos com o que descobriram.

Somente duas daquelas 200 haviam passado algum tempo na cadeia! Os alunos da segunda turma se perguntavam como é que os estudantes da primeira turma se haviam enganado tanto.

A razão se chamava Tia Ana. Essa mulher era uma professora de primeiro grau que lecionava nas favelas de Baltimore e revelava interesse pessoal por seus alunos. Vez após vez, o testemunho daqueles que ela havia influenciado era: "Não resta dúvida de que meu destino era a prisão, mas Tia Ana fazia questão de me colocar na direção certa, e isso constituiu toda a diferença."

Quando solicitada a contar de seu sucesso, Tia Ana respondeu modestamente: "Eu apenas os amava como se fossem meus próprios filhos. Sabe, nunca tive meus próprios meninos e meninas; dessa maneira, todos eles eram meus em certo sentido."

Que nobre espírito!
Hoje, quase um século depois dessa história, as crianças da América encontram-se em sérias dificuldades. E não apenas as crianças da América; no mundo todo a delinqüência entre os menos privilegiados e também entre os abastados está aumentando. Uma Tia Ana moderna poderia fazer a diferença. Seria possível que Deus estivesse chamando você para esse tipo de trabalho? Se estiver, Ele encontraria você disposto a dar-se por amor a essas crianças?
Preocupação com o Povo Escolhido
Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus. I Cor. 9:20.
Embora Paulo fosse judeu, ficou conhecido como o apóstolo dos gentios porque levou a história da salvação aos não-judeus do mundo mediterrâneo. Mesmo assim, não se esqueceu de seu próprio povo.
Preocupava-se com seus irmãos judeus. Observe como ele exclama, em angústia de espírito, em Romanos 9:1-3: "Israel, meu povo! Meus irmãos judeus! Como anseio que vocês vão a Cristo! Meu coração está abatido dentro de mim, e eu me entristeço amargamente dia e noite por causa de vocês. Cristo sabe - e também o Espírito Santo - que não é mera pretensão minha quando digo que estaria pronto a ser condenado eternamente, se isso pudesse salvá-los." (A Bíblia Viva.)

Moisés sentiu a mesma coisa, porque depois que os israelitas adoraram o bezerro de ouro, ele disse: "O povo cometeu grande pecado! Fez deuses de ouro! Mas agora Lhe imploro que perdoe esse pecado. Se não, eu peço que me risque do livro que escreveu." Êxo. 32:32 (A Bíblia Viva). Que preocupação tinham esses homens por seu povo!

Richard Wurmbrand, autor do livro Tortured for Christ (Torturado por Causa de Cristo), embora judeu de nascimento, foi um ateu professo antes de tornar-se cristão. Sem que ele soubesse, um carpinteiro cristão que morava nas montanhas dos Cárpatos, na Romênia, começou a orar para que Deus o ajudasse a conquistar um judeu para Cristo antes de morrer.

Certo dia, o carpinteiro foi irresistivelmente atraído para a vila onde Wurmbrand morava. Quando soube que Wurmbrand era judeu, fez amizade com ele. Mas fez mais do que isso. Passou horas em oração silenciosa, buscando maneiras de conduzir Wurmbrand a Cristo. À medida que o Espírito Santo trabalhava através do carpinteiro, despertava-se o interesse de Wurmbrand. O carpinteiro deu-lhe uma Bíblia. A convicção levou à conversão, e aquele que outrora fora ateu, tornou-se um seguidor do humilde Nazareno. Tempos depois, Wurmbrand foi instrumento para a conquista de muitos outros para Cristo.
Se Alguém Tem Sede
No último dia, o grande dia da festa, levantou-Se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. S. João 7:37.
O pior lugar do mundo onde sentir sede é em um deserto. Lembro-me de ter visto fotos numa revista anos atrás, mostrando dois casais que tinham ido fazer piquenique no deserto, em algum ponto do Egito, e se haviam perdido. As primeiras fotos mostravam os quatro desfrutando o lanche. Fotos posteriores já os revelavam sofrendo de sede. A última foto, aparentemente tirada pelo último sobrevivente, mostrava os outros mortos. A máquina fotográfica e os corpos foram encontrados por uma equipe de resgate.

Conta-se que antigamente, quando as caravanas de árabes ficavam com pouco suprimento de água, enviavam um cavaleiro adiante para encontrar um oásis. Depois de algum tempo, mandavam um segundo cavaleiro atrás dele, e depois um terceiro. Assim que o primeiro homem encontrava água, gritava para aquele que o seguia: "Venha!" Este, por sua vez, gritava para o outro: "Venha!" e o último repetia o convite para a caravana. Assim encorajados, homens e animais prosseguiam na esperança de em breve matar a sede.

A pior sede no mundo não é uma sede orgânica de água. É sede por aquela água que somente Jesus pode dar. Muitos que padecem dessa sede sentem que algo está faltando, mas não sabem o que é. Necessitam é da água da vida, que Cristo oferece.

Mas você já percebeu que, em Seu apelo aos pecadores sedentos, Jesus fala a respeito de você e de mim? Imediatamente após nosso verso de hoje, Ele diz: "Rios de água viva correrão do íntimo de todo aquele que crer em Mim." S. João 7:38 (A Bíblia Viva). Essa expressão nos inclui, não é verdade?

Como crentes, somos a noiva de Cristo (ver II Cor. 11:2). É por nosso intermédio que Ele distribui a água da vida. Mas essa é uma obra que não podemos fazer sozinhos. É por isso que Apocalipse 22:17 diz: "O Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem. Aquele que tem sede, venha, e quem quiser receba de graça a água da vida."

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Palavras de ânimo e vontade de viver


Palavras de ânimo e vontade de viver
O ânimo é o combustível que alimenta a vontade de viver  embora na vida passamos por enumeráveis percalços, não podemos perder o ânimo a vontade de viver cada dia mais animado.
Se deixarmos as circunstâncias cruciais, que horas passamos nessa vida tomarem conta da esperança que existe dentro de cada um de nós, que é o sentimento inibidor de nosso ânimo dificilmente encontraremos gozo de vida, escrevi aqui uma vez sobre o profeta Elias que se encontrava sem animo de viver, vivia dormindo e foi despertado por Deus a recobrar o ânimo porque teria que fazer uma longa caminhada, e assim é nossa vida temos uma longa jornada pela frente e não podemos deixar as decepções o desilusões abafarem o nosso ânimo e nem a nossa vontade de viver, pois em Deus quando estamos fracos é que somos fortes, com Deus somos transformados e de gloria em gloria: ( 2 Coríntios 3.18 )que “somos transformados de glória em glória. Se você está afastado, se não vai a igreja freqüentemente, se está longe dos caminhos do Senhor é hora de regressar, pois esta injeção de alegria você só irá encontrar em um lugar, na Casa de Deus, mesmo triste, desanimado, recobre seu ânimo mesmo sofrendo, se levante mais uma vez, procure uma Igreja entre com o coração aberto:( Tiago 4-8) Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Deus esta te chamando para te perdoar o seus pecados e renovar sua força e te dar uma injeção de animo e motivar sua vida.
A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo.
  Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.

Tiago 4-8
A única coisa que me dá ânimo de viver é a esperança de que amanhã tudo pode ser diferente….Que eu posso fazer diferente!!!
  Porque as circunstancias da vida não anulam a fidelidades de Deus. 

zelote


zelote
O termo zelota ou zelote (do grego antigo ζηλωτής, transl. zelotes, "imitador", "admirador zeloso" ou "seguidor"; do hebraico קנאי, kanai, frequentemente usado na forma plural, קנאים, kana'im) significa literalmente alguém que zela pelo nome de Deus. Apesar de a palavra designar em nossos dias alguém com excesso de entusiasmo, a sua origem prende-se ao movimento político judaico do século I que procurava incitar o povo da Judeia a rebelar-se contra o Império Romano e expulsar os romanos pela força das armas, que conduziu à Primeira Guerra Judaico-Romana (66-70). foi estabelecida por Judas, o galileu, que liderou uma revolta contra a dominação Romana no ano 6 d.C., rejeitando o pagamento de tributo pelos israelitas a um imperador pagão, sob a alegação de que tal ato era uma traição contra Deus, o verdadeiro rei de Israel. Foram denominados como zelotas por seguirem o exemplo de Matatias, seus filhos e seguidores, que externaram o seu zelo pela a lei de Deus quando Antíoco IV Epifânio tentou suprimir a religião judaica, assim como o exemplo de Fineias, que também demonstrou o seu zelo no deserto, durante uma época de apostasia (Nm 25:11; Sl 106:30).
Após a destruição do Segundo Templo pelos romanos no ano 70, rebeldes Zelotas fugiram de Jerusalém para Masada. Os romanos então construíram uma enorme rampa pelo lado oeste do platô e destruíram a muralha. De acordo com o historiador Flávio Josefo, os rebeldes cometerem suicídio em massa para não serem capturados.
A seita dos zelotas é referida por Flávio Josefo como vil, que a responsabiliza pela incitação da revolta que conduziu à destruição de Jerusalém e do Templo de Salomão, referenciais para a cultura e religião judaicas.
Um dos apóstolos de Jesus Cristo é referido como "Simão, o Zelote" (Lc 6:15 e At 1:13), ou por causa de seu zeloso temperamento ou por causa de alguma anterior associação com o partido dos Zelotas. Paulo de Tarso, referindo a si mesmo, afirma que foi um zelote religioso (At 22:3; Gl 1:14), enquanto que os muitos membros da igreja de Jerusalém são descritos como "todos são zelosos da lei" (At 21:20).