sexta-feira, 27 de setembro de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
A Origem e queda de satanás
A Origem e queda de satanás
Na história do Universo nunca houve – nem haverá – traição maior. A criatura que representava a mais magnificente obra de seu Criador ressentiu-se de que sua glória era apenas emprestada, de que o papel que lhe estava destinado era o de tão somente refletir a infinita majestade do Deus que lhe deu o fôlego da vida. Dessa maneira, nasceu no coração de Lúcifer – e, em última análise, no recém-criado universo moral – o desprezível impulso da rebelião. Esse impulso originou a insurreição angélica que foi a mais terrível sedição na história em todos os tempos.
Uma questão preliminar
Por mais importante e original que tenha sido essa rebelião angélica, as Escrituras não incluem um registro específico do evento. No Antigo Testamento, Satanás aparece pela primeira vez no relato da queda de Adão (Gn 3). Ali, no entanto, ele já era o tentador caído que seduziu os primeiros seres humanos ao pecado. Dessa forma, já no início das Escrituras, a queda de Satanás é tratada como fato. Mas, por razões que não são esclarecidas em nenhum lugar, o próprio relato de sua queda está ausente nesse registro.
Ainda assim, o evento é lembrado duas vezes nos escritos dos profetas: por Isaías, em meio a uma inspirada diatribe contra a Babilônia (Is 14.11-23), e, mais tarde, por Ezequiel, quando ele repreende duramente o rei de Tiro (Ez 28.11-19). Essas duas passagens contam-nos a maior parte do que sabemos sobre a queda de Satanás.
Entretanto, aqui temos algumas dificuldades exegéticas. Em ambas as passagens, a menção da rebelião de Lúcifer aparece abruptamente num contexto que não trata, especificamente, de Satanás. Esse fato levou muitos estudiosos da Bíblia a rejeitar a idéia de que as passagens se referem a uma rebelião luciferiana e a insistir que elas focalizam exclusivamente os governantes humanos das nações pagãs às quais são dirigidas.
Apesar disso, é preferível entender que Isaías e Ezequiel propositalmente queriam levar os leitores para além dos crimes de reis humanos, guiando-os até a percepção do grande arquétipo do mal e da rebelião, o próprio Satanás. Essas passagens incluem descrições que, mesmo levando em conta a inclinação ao exagero por parte de governantes da Antiguidade, não poderiam ser atribuídas a qualquer ser humano. O emprego da primeira pessoa do singular (por exemplo: “Eu subirei...”; “exaltarei o meu trono...”; “me assentarei...”) em Isaías 14.13-14 refletiria um nível de ostentação indicativo de insanidade, caso fosse proferido por um mero ser humano, mesmo em se tratando de um dos monarcas pagãos babilônicos, que a si mesmos divinizavam. E qual rei de Tiro poderia ser descrito como “cheio de sabedoria e formosura... Perfeito... nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado...” (Ez 28.12,15)?
Além disso, a Bíblia ensina explicitamente que a perversidade do mundo visível é influenciada e animada por um domínio povoado por espíritos caídos, invisíveis (Dn 10.12-13; Ef 6.12), e que, em sua campanha traiçoeira e condenável de frustrar os propósitos do Deus verdadeiro, esses espíritos maus são dirigidos por Satanás, o “deus deste século” (2 Co 4.4).
Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus” (Gn 11.4).
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É característico dos escritores bíblicos fazer a conexão entre o mundo visível e o invisível, e isso de forma tão abrupta que pega o leitor momentaneamente desprevenido. Quando Pedro expressou seu horror ante o pensamento da morte de Jesus, o Senhor lhe respondeu “Arreda, Satanás!” (Mt 16.23; cf. 4.8-10). De forma semelhante, repentinamente e sem aviso, o profeta Daniel pula de uma descrição profética sobre Antíoco Epifânio (Dn 11.3-35) para uma descrição similar do Anticristo dos tempos do fim (Dn 11.36-45). Antíoco, governante selêucida no período intertestamentário, precede o vilão maior que conturbará a terra nos últimos dias. Um salto abrupto e não-anunciado do mundo político ganancioso, auto-engrandecedor, visível, para o drama arquetípico que se desenrola num mundo invisível aos seres humanos – mas que, apesar de não ser visto, deu origem às atitudes denunciadas nessas passagens –, tal salto não está fora de lugar nas Escrituras.
Finalmente, por trás das conexões feitas nessas duas passagens pode muito bem estar um tema que freqüentemente retorna nas Escrituras. Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre” (Gn 11.4). A cidade era um centro de atividade comercial, enquanto a torre representava o ponto focal do culto pagão. Essa dupla caracterização do cosmo como expressão de egoísmo (o espírito ganancioso do comercialismo não-santificado) e de rebelião (a busca por ídolos) ressoa ao longo de toda a Palavra de Deus, chegando a um clímax em Apocalipse 17-18, onde anjos que se mantiveram fiéis a Deus anunciam a tão esperada e muito merecida destruição da Babilônia religiosa e comercial.
É instrutivo notar que enquanto todo o trecho de Ezequiel 26-28 repreende severamente a Tiro – o mais importante centro de comércio e de riqueza nos dias desse profeta – Isaías 14 denuncia Babilônia, que representa o centro da falsa religião ao longo de toda a Escritura. Talvez essa caracterização do cosmo caído como “cidade e torre” – tão importante naquilo que a Escritura afirma em relação ao mundo em rebelião contra Deus – ajude a explicar o salto dado pelos profetas nas passagens que consideramos. Quando contemplavam a cultura de seu tempo, que incorporava perfeitamente um elemento do cosmo caído, cada um deles se sentiu compelido pelo Espírito superintendente de Deus a focalizar a rebelião angélica dos tempos primitivos, a qual animava a rebelião humana que estavam denunciando.
Dessa forma, essas duas críticas severas, que identificam os espíritos perversos de cobiça inescrupulosa e rebelião espiritual, ajudam a explicar por que tais espíritos predominam tantas vezes ao longo da história humana. Os textos referidos, ao mesmo tempo, também antecipam a destruição profeticamente narrada em Apocalipse 17 e 18.
A linhagem de Satanás
De Isaías 14 e Ezequiel 28 emerge um quadro relativamente extenso de Satanás antes de sua rebelião.
Lúcifer: essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol.
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Sua pessoa: Ele foi o ser mais exaltado de toda a criação (Ez 28.13,15), a mais grandiosa das obras de Deus, um ser celestial radiante, que refletia da maneira mais perfeita o esplendor de seu Criador. Assim, ele apropriadamente era chamado de Lúcifer. Essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol. O nome Lúcifer tornou-se amplamente usado como título para Satanás antes de sua rebelião porque é o equivalente latino dessa palavra. Na realidade, é difícil saber com certeza se o termo foi empregado com o sentido de nome próprio ou de expressão descritiva.
Seu lugar: Ezequiel afirmou que esse anjo exaltado estava“no Éden, jardim de Deus” (Ez 28.13). Aqui, a referência não é ao Éden terreno que Satanás invadiu para tentar a humanidade, mas à sala do trono em que Deus habita em absoluta majestade e perfeita pureza (veja Is 6; Ez 1). Ezequiel 28 também chama esse lugar de “monte santo de Deus”, onde Lúcifer andava “no brilho das pedras” (v. 14).Essas descrições não são apropriadas ao Éden terreno, mas adequadas à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.
Sua posição: Satanás é denominado “querubim da guarda ungido” (Ez 28.14). Querubins representam a mais alta graduação da autoridade angélica, sendo seu papel guardar simbolicamente o trono de Deus (compare os querubins esculpidos flanqueando a arca da aliança – o trono de Javé – no Tabernáculo ou Templo, Êx 25.18-22; Hb 9.5; cf. Gn 3.24; Ez 10.1-22). Lúcifer foi ungido (consagrado) por sentença deliberada de Deus (Ez 28.14: “te estabeleci”) para a tarefa indizivelmente santa de guardar o trono do todo-glorioso Criador. Ele é descrito como sendo dotado de beleza inigualável, vestido de luz radiante, equipado com sabedoria e capacidade ilimitadas, mas também criado com o poder de tomar decisões morais reais. Portanto, a obrigação moral mais básica de Satanás era a de permanecer leal a Deus, de lembrar sempre que, independentemente de quão elevada fosse a sua posição, seu estado era o de um ser criado.
A queda de Satanás
Neste ponto, encontramo-nos diante de um dos mais profundos mistérios do universo moral, conforme revelado nas Escrituras: “Como é que o pecado entrou no universo?” Está claro que a entrada do pecado tem conexão com a rebelião de Satanás. Mas, como foi que o impulso perverso surgiu no coração de alguém criado por um Deus perfeitamente santo? Diante de tal enigma, temos de reconhecer que as coisas encobertas de fato pertencem a Deus; as reveladas, no entanto, pertencem a nós (Dt 29.29). E três dessas realidades claramente reveladas merecem ser enfatizadas:
Primeiro: a queda de Lúcifer foi resultado de sua insondável e pervertida determinação de usurpar a glória que pertence unicamente a Deus. Esse fato é explicitado em uma série de cinco afirmações que empregam verbos na primeira pessoa do singular, conforme registradas em Isaías 14.13-14. Nisto consiste a essência do pecado: o desejo e a determinação de viver como se a criatura fosse mais importante que o Criador.
Lúcifer andava “no brilho das pedras” (Ez 28.14). Essa descrição refere-se à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.
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Segundo: Satanás é inteira e exclusivamente responsável por sua escolha perversa. Nisso existe uma dimensão inescrutável. Alguns têm argumentado que Deus deve ter Sua parcela de responsabilidade por este (e todo outro) crime, porque, caso fosse de Seu desejo, poderia ter criado um mundo em que tal rebelião fosse impossível. Outros dizem que, se Deus tivesse criado um mundo em que apenas se pudesse fazer o que o seu Criador quisesse, nele não poderiam ser incluídos agentes morais feitos à imagem de Deus, dotados da capacidade de tomar decisões reais – e, conseqüentemente, de escolher adorar e amar a Deus. Há verdade nessa observação, mas também há mistério. O relato deixa claro que o orgulho fez com que Lúcifer caísse numa terrível armadilha (Is 14.13-14; Ez 28.17; cf. 1 Tm 3.6), mas nada explica como tal orgulho de perdição pode surgir no coração de uma criatura de Deus não caída e perfeita.
No entanto, não há mistério quanto ao fato de que Satanás é, totalmente e com justiça, responsável pelo seu crime. Ezequiel 28.15 afirma explicitamente que Lúcifer era perfeito desde o dia em que foi criado, “até que se achou iniqüidade em ti”. A culpabilidade moral é dele, e apenas dele. Na verdade, em toda sua extensão, a Bíblia afirma que Deus governa soberanamente o universo moral e controla todas as coisas – inclusive a maldade de homens e anjos – para que correspondam aos seus perfeitos propósitos. Mas ela também ensina que Deus não deve e não será responsabilizado por essa maldade, em qualquer sentido.
Finalmente, por causa de sua rebelião, Satanás tornou-se o arqui-inimigo de Deus e de tudo o que é divino. Sua queda – bem como a dos espíritos que se uniram a ele – é irreversível; não há esperança de redenção. Satanás foi privado da comunhão com o Deus santo de forma final e irrecuperável. Para ser exato, Satanás ainda tem acesso à sala judicial do trono do Universo por causa de seu papel de acusador dos irmãos, papel este que lhe foi designado divinamente (Jó 1 e 2; Zc 3; Lc 22.31;
Ap 12.7-10). Tal acesso, no entanto, é destituído da comunhão com Deus ou da Sua aceitação. Devido à sua traição, que foi a mais terrível na história do cosmo, Satanás e seus anjos somente podem esperar a condenação e a punição eternas (Mt 25.41).
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
vida da soberba de Nabucodenosor
A soberba de Nabucodonosor e seu exemplo para
nós
É bem conhecido entre nós que Deus tem todo o poder em
suas mãos.Sabemos que Ele é o único Deus onipotente(toda a
força),onipresente(está em todos os lugares ao mesmo tempo) e onisciente(sabe de
todas as coisas).Sabemos que estamos de pé pela sua infinita misericórdia e que
se não fosse o seu amor,estaríamos condenados a viver longe dEle
eternamente.
Mas mesmo assim temos dentro de nós uma praga que nos
afasta de Deus e nos consome cada dia mais:a soberba.
A soberba nos faz pensar que somos superiores a todas as
pessoas em todos os sentidos da vida,fazendo com que nos tornemos pessoas
arrogantes e orgulhosos.
Encontramos na Bíblia Sagrada um grande personagem que
marcou a história da humanidade com seus grandes feitos e suas grandes obras:o
rei Nabucodonosor.
Nabucodonosor reinou no império Neo-babilônico.Um de seus
grandes feitos foi a conquista do reino de Judá e a destruição de Jerusalém e o
templo.Também fez uma grande obra conhecida como os Jardins suspensos da
Babilônia,que ficaram conhecidas como as sete maravilhas do mundo
antigo.
Dando um enorme pulo na história da sua vida,após trazer
para a Babilônia os israelitas,Nabucodonosor mandou separar jovens sem
defeitos,formosos,sábios que tivessem habilidade para viver no palácio do rei(Dn
1.3-5).Entre els estavam Daniel,Ananias,Azarias e Misael.
Certo dia,Nabucodonosor teve um sonho em que via uma
enorme estátua que tinha uma cabeça de ouro,peitos e braços de prata,ventre e
coxas de cobre,pernas de ferro e pés de ferro misturado com barro juntamente com
uma pedra que foi cortada e lançada nos pés da estátua que veio a cair(Dn
2).
Daniel deu a interpretação como vocês podem acompanhar na
imagem acima.
Só para entendermos bem a mensagem dessa postagem,vejamos
que o império de Nabucodonosor era a cabeça de ouro da estátua,ou seja,uma das
maiores nações da humanidade.
Nabucodonosor ficou meio que soberbo ao ouvir que na
interpretação do sonho ele estava por cima de todos.
Agora Nabucodonosor resolve mandar criar uma enorme
estátua de ouro,para que o povo pudesse adorá-lo.Veja tamanha soberba desse
homem.
O decreto do rei era que após os instrumentos de música
tocarem,todos deveriam se prostar ante a estátua,porém Ananias,Azarias e Misael
foram os unícos que não se prostaram (Dn 3).
Nabucodonosor ainda deu mais uma chance para os
jovens,porém eles desobedeceram mais uma vez e foram lançados na fornalha de
fogo ardente que estava sete vezes mais quente do que o normal.
Milagrosamente os jovens foram salvos e mais uma vez o
rei viu o poder de Deus se manifestar.
Nabucodonor!!!Que homem para sonhar!!!
Seu próximo sonho agora é a de uma grande
árvore.
Essa árvore era muito grande,de sorte que tocava os
céus.De onde se estava dava para ver a árvore;seus galhos eram enormes,suas
folhas eram formosas e fazia grande sombra,grandes frutos essa árvore dava e os
animais ficavam se alimentando dessa árvore,assim como todas as aves faziam seu
ninho.
Mas essa árvore chegou ao fim.Uma voz dizia para cortar a
árvore,porém ordenava para deixar o seu tronco e a sua raiz;e o seu coração
seria mudado em coração de animal.
Daniel interpretou o sonho,dizendo que a grande árvore
era Nabucodonosor e que o decreto do Altíssimo viria sobre o rei.Nabucodonosor
seria tirado de entre os homens e moraria com os animais do campo até que ele
conhecesse a soberania de Deus.
Nabucodonosor então começa a olhar todas as suas obras e
a questionar a interpretação do sonho quando a sua loucura veio.
Ficou como um animal:pelos lhe cresceram,unhas como de
uma fera.
Depois de algum tempo,sua mente e seu coração voltou ao
normal e Nabucodonosor reconheceu a soberania de Deus sobre as nações e então
glorificou ao Senhor.
Vemos nessa história como Deus pode fazer com o homem
para que esse possa reconhecê-lo como o digno de toda honra,glória e
louvor.
Jesus sempre ensinou que devemos ser humildes de
coração.
Pedro e João estavam entrando no
templo Formosa quando curaram o cocho.O mais tremendo de tudo é que a bíblia diz
que o cocho se apegou a Pedro e a João.Os homens que estavam no templo ficaram
espantados pois reconheceram que era o que estava mendigando na entrada do
templo.Pedro logo transfere toda glória para Jesus:"Varões israelitas,por que vos maravilhais disto?Ou,por
que olhais tanto para nós,como se fosse por nossa própria virtude ou santidade
fizéssemos andar este homem?O meu Deus d'Abraão e de Isaque e de Jacó,o Deus de
nossos pais,glorificou a seu Filho Jesus,a quem vós entregastes e perante a face
de Pilatos negastes tendo ele determinado que fosse solto".(At
3.12,13)
Glória a Deus!!!!Os camaradas
colocaram um paralítico de pé e transferiu toda glória para Jesus!
Que exemplo essas duas histórias nos
mostram.E dá raiva só de pensar em todas as pessoas que se acham o bã-bã-bã do
evangelho e se acham o tal.Tá na hora desses "ungidos do Senhor" observarem um
pouco dessa palavra.
E os fariseus?Jesus sempre condenou
suas obras!
Para jejuar eles se mostravam com
aparências de fraco para todo mundo ver.Nas reuniões eram os primeiros.Oravam
bem alto nas praças para se aparecerem.
Jesus nos ensinou para guardamos as
nossas obras dos olhos dos homens.
VAMOS PARAR DE SOBERBA E DEIXAR DEUS
TRABALHAR!!!
Os dons que Deus reparte para nós
serve para a edificação do corpo de Cristo e não para ser usado como "liga da
justiça"
Vejamos o que diz Filipenses capítulo
2.5-7:
"De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que ouve
também em Cristo Jesus.Que,sendo em forma de Deus,não teve por usurpação ser
igual a Deus.Mas aniquilou-se a si mesmo,tomando a forma de servo,fazendo-se
semelhante aos homens;e achado na forma de homem,humilhou-se a si mesmo,sendo
obediente até a morte,e morte de cruz."
FALA AGORA MEU IRMÃO QUE NÓS NÃO
DEVEMOS SER HUMILDES!!!
O PRÓPRIO JESUS SENDO DEUS SE HUMILHOU NA FORMA DE
HOMEM!!!
sábado, 21 de julho de 2012
Pastor Elcio Brandão: Histórico de visualização
Pastor Elcio Brandão: Histórico de visualização: Histórico de todas as visualizações de página 38.319 até 21- 06-2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
A Bíblia foi inspirada
A Bíblia
foi inspirada
Quando
as pessoas dizem que a Bíblia foi inspirada, estão se referindo ao fato de que
Deus divinamente influenciou os autores humanos das Escrituras de modo tal que
aquilo que escreveram foi a própria Palavra de Deus. No contexto das
Escrituras, a palavra inspiração simplesmente significa “Divinamente
inspirada”. Inspiração comunica a nós o fato da Bíblia verdadeiramente ser a
Palavra de Deus, e faz com que a Bíblia seja única dentre todos os outros
livros.Mesmo havendo diferentes opiniões a respeito de até que ponto a Bíblia é inspirada, não pode haver dúvidas de que a própria Bíblia afirma que cada palavra, em cada parte sua, ela é inspirada por Deus (I Coríntios 2:12-13; II Timóteo 3:16-17). Esta visão das Escrituras é frequentemente conhecida como inspiração “verbal e plenária”. Isto significa que a inspiração se estende às próprias palavras escolhidas (inspiração verbal), não somente aos conceitos e ideias; e que a inspiração se estende a todas as partes das Escrituras e todos os temas tratados nas Escrituras (inspiração plenária). Há algumas pessoas que acreditam que somente partes da Bíblia são inspiradas, ou somente os pensamentos ou conceitos que lidam com religião sejam inspirados, mas tais visões da inspiração não dão conta do que a própria Bíblia afirma ser. Total inspiração verbal e plenária é uma característica essencial da Palavra de Deus.
A extensão da inspiração pode ser vista claramente em II Timóteo 3:16-17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” Este verso nos diz que Deus inspirou toda a Escritura e que ela é proveitosa para nós. Não são somente algumas partes da Bíblia que lidam com doutrinas religiosas que são inspiradas, mas cada uma e todas as partes, desde Gênesis até Apocalipse, são a Palavra de Deus. Por terem sido inspiradas por Deus, as Escrituras são, então, autoridade no tocante a estabelecer doutrinas, e suficientes para ensinar ao homem como estar em um correto relacionamento com Deus, “instruir em justiça”. A Bíblia afirma ser não apenas inspirada por Deus, mas também ter a capacidade de nos transformar e nos fazer “completos”, totalmente equipados para toda boa obra.
Um outro verso que lida com a inspiração das Escrituras é II Pedro 1:21. Este verso nos diz que “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” Este verso nos ajuda a compreender que apesar do homem ter escrito as Escrituras, as palavras que escreveram foram as próprias palavras de Deus. Apesar de ter usado homens com suas diferentes personalidades e estilos de escrita, Deus divinamente inspirou cada palavra que escreveram. O próprio Jesus confirmou a inspiração verbal e plenária das Escrituras quando disse: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mateus 5:17-18). Nestes versos, Jesus reafirma a exatidão das Escrituras, que vai até ao menor detalhe e até ao menor sinal de pontuação: porque é a própria palavra de Deus.
Por serem as Escrituras a inspirada Palavra de Deus, podemos concluir que são também livres de erro e revestidas de autoridade. Uma correta visão de
A queda de Satanás do céu.
A queda de satanás do céu é descrita em Isaias 14; 12-16.
Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da
alva! como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!
E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu;
acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me
assentarei, nas extremidades do norte;Subirei acima das alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.
Contudo levado serás ao Seol, ao mais profundo do abismo.
Os que te virem te contemplarão, considerar-te-ão, e dirão: É este o varão que fazia estremecer a terra, e que fazia tremer os reinos.
Satanás caiu por causa do seu orgulho. Ele queria ser Deus, não Seu servo.
Ezequiel 28; 12-18
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniquidade.
Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda te expulsou do meio das pedras afogueadas.
Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos reis te pus, para que te contemplem.
Pela multidão das tuas iniquidades, na injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, à vista de todos os que te contemplavam.
Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; chegaste a um fim horrível, e não mais existirás, por todo o sempre.
Essas passagens estão se referindo especificamente ao rei da Babilônia e ao Rei de Tiro, elas também se referem ao poder espiritual por trás daqueles reis-Satanás. Em relação a quando Satanás caiu, essas passagens dizem o porquê da queda de Satanás, mas não dizem especificamente quando a queda ocorreu. O que sabemos é isto: os anjos foram criados antes da terra
Ezequiel 28:12-15 descreve Satanás como um anjo excessivamente bonito. Satanás provavelmente era o anjo de classe mais alta do que todos os outros anjos, o mais bonito de todas as criaturas de Deus, mas não estava contente com sua posição. Ao invés, Satanás queria ser como Deus,para expulsar Deus de Seu trono e reinar no universo. Satanás queria ser Deus, e é interessante que isso foi o que Ele usou para tentar Adão e Eva no Jardim do Éden Satanás caiu antes de tentar Adão e Eva no Jardim Gênesis 3:1-14
A queda de Satanás, portanto, deve ter ocorrido depois dos anjos terem sido criados e antes da tentação de Adão e Eva no Jardim do Éden. Quer sua queda tenha ocorrido alguns minutos, horas ou dias antes de tentar Adão e va no Jardim, a Bíblia não diz especificamente Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento.
Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? ou quem a mediu com o cordel
Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina,quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo Jó 38:4-7.
Isso nos diz que, pelo menos por um tempo, Satanás ainda tinha acesso ao céu e ao trono de Deus.“E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles. Então o SENHOR disse a Satanás: Donde vens? “E Satanás respondeu ao SENHOR, e disse: De rodear a terra, e passear por ela” (Jó 1:6-7). Pelo menos daquela vez, Satanás ainda estava aparentemente se movendo livremente entre o céu e a terra, falando com Deus diretamente e prestando contas das suas atividades.
Em que ponto Deus quebrou esse acesso, não sei.
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